Aconteceu numa noite
O chamado eclipse Lunar
Em que o sol cruza com a lua
E a minha alma se cruzou com a tua
Numa noite fria e escura
Mas também nua e crua
Muita gente espera por este momento
Tal como eu esperei
Ver o sol beijar a lua
Um momento lindo e de sonho
Um momento que nunca esquecerei
O instante foi interessante
Mas durou pouco tempo
Será que volta acontecer?
Quanto tempo terei de aguardar?
Vou sentir a falta daquele momento
Que tanto fiz para o ter
Só tenho de voltar a esperar, esperar, esperar
Perguntam-me se seria o sol
Perguntam-me quem seria a lua
Será que sou?
Tanta questão para quê?
Se falta a questão mais importante é
Porquê que acabou...?
Quem é o sol?
Quem é a lua?
Nesta altura já não interessa
Porque a vida continua.....
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Momentos...
Por momentos ausentes
Lembrados do incessante
Tempo perdido
Nas profundezas de um relógio
Onde assim andei escondido
Volto com lembranças….
Com momentos que nos calam
Proclamam, tocam e incentivam
Ao lugar mais belo disfarçado
Das memórias nas quais amamos
Não passam de ápices da história
Mal contados, inseguramente relatados…
Não voltará acontecer num futuro próximo
O que amamos momentaneamente
Apenas existirá num tempo longínquo
No qual o nosso sentimento
Ficará guardado no fundo do coração
Momentos da historia
Que o passado o tem
Que o presente recorda
E o futuro apagará
E irá continuar com fuga
Ao medo da circunstância
De trazer um novo pensamento
Mas uma nova luz espreitará
Um novo e grande momento
Se encontrará…
Lembrados do incessante
Tempo perdido
Nas profundezas de um relógio
Onde assim andei escondido
Volto com lembranças….
Com momentos que nos calam
Proclamam, tocam e incentivam
Ao lugar mais belo disfarçado
Das memórias nas quais amamos
Não passam de ápices da história
Mal contados, inseguramente relatados…
Não voltará acontecer num futuro próximo
O que amamos momentaneamente
Apenas existirá num tempo longínquo
No qual o nosso sentimento
Ficará guardado no fundo do coração
Momentos da historia
Que o passado o tem
Que o presente recorda
E o futuro apagará
E irá continuar com fuga
Ao medo da circunstância
De trazer um novo pensamento
Mas uma nova luz espreitará
Um novo e grande momento
Se encontrará…
Palco
Construímos um palco
Onde actuamos
Como não houvesse amanha
Percorremos estradas
Deixando tudo e mais alguma coisa
Para trás sem pensar
O desempenho no espectáculo
Chama a si atenção do planeta
Onde vive com alegria de ser
O actor principal…
Mas um dia o palco cai
Atingidos por um cometa
Sem aviso prévio
E a digressão acaba
Perdendo o que deixamos para trás
Já não há retorno
Ficamos mergulhados nos destroços
Daquilo que construímos
E sem espaço de actuação
A divulgação ao mundo acaba
Teremos de voltar a construir
O palco da nossa vida
Porque se este caiu
É porque não seria perfeito
Mas não desisto
Outro palco surgirá
Outro palco aparecerá
Para mostrar
O valor da minha vida…
Onde actuamos
Como não houvesse amanha
Percorremos estradas
Deixando tudo e mais alguma coisa
Para trás sem pensar
O desempenho no espectáculo
Chama a si atenção do planeta
Onde vive com alegria de ser
O actor principal…
Mas um dia o palco cai
Atingidos por um cometa
Sem aviso prévio
E a digressão acaba
Perdendo o que deixamos para trás
Já não há retorno
Ficamos mergulhados nos destroços
Daquilo que construímos
E sem espaço de actuação
A divulgação ao mundo acaba
Teremos de voltar a construir
O palco da nossa vida
Porque se este caiu
É porque não seria perfeito
Mas não desisto
Outro palco surgirá
Outro palco aparecerá
Para mostrar
O valor da minha vida…
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Música de dor...
Dedilho nas cordas
Palavras de dor
Escorregando-me das mãos
Acordes amargurados
Numa música melancólica
O canto retrata o sentimento
De uma amor sem sentido
De uma melodia sem força e infeliz
Nada gracioso de se ouvir
As notas saltam de tristeza em tristeza
Com o turbilhão de notas
A confundir e a baralhar
O estéril relato da sinfonia
Por mais que a pauta se esforce
Para tentar sorrir para os ouvidos
Esta sofre uma distorção
De instrumentos com sofrimento
Na amplificação sonora
A música sai simpatizada
Com uma magoa
Que dança nas linhas da pauta
Ao ritmo da triste dor retratada
Tentando chamar a si
Um antigo amor
Uma antiga amada
Palavras de dor
Escorregando-me das mãos
Acordes amargurados
Numa música melancólica
O canto retrata o sentimento
De uma amor sem sentido
De uma melodia sem força e infeliz
Nada gracioso de se ouvir
As notas saltam de tristeza em tristeza
Com o turbilhão de notas
A confundir e a baralhar
O estéril relato da sinfonia
Por mais que a pauta se esforce
Para tentar sorrir para os ouvidos
Esta sofre uma distorção
De instrumentos com sofrimento
Na amplificação sonora
A música sai simpatizada
Com uma magoa
Que dança nas linhas da pauta
Ao ritmo da triste dor retratada
Tentando chamar a si
Um antigo amor
Uma antiga amada
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Ilusão
Acordo numa manha
Atormentado por uma ilusão
Que me persegue, que parece não ter fim
A cabeça já não pensa
Só sigo o coração
Caminho numa estrada fantasma
Atrás de uma alucinação
Não posso sair da cama
A procura inconstante de quem amo
Numa corrida desenfreada
Sem qualquer sentido ou direcção
Provoca uma ansiedade
Dolorosa e elevada
Por mais que a procure
Desconfio que nunca mais a atingirei
No limiar das veemências
Com o fluxo sanguíneo acelerado
Prossigo neste traçado
Guiado pelo inconsciente
É difícil estar descansado
Volto adormecer pois o mundo não para
Esperando uma manha de sol
Para que possa melhor conduzir
E não confundir a ilusão
Que ainda esta bem presente
E bem dentro meu coração
Atormentado por uma ilusão
Que me persegue, que parece não ter fim
A cabeça já não pensa
Só sigo o coração
Caminho numa estrada fantasma
Atrás de uma alucinação
Não posso sair da cama
A procura inconstante de quem amo
Numa corrida desenfreada
Sem qualquer sentido ou direcção
Provoca uma ansiedade
Dolorosa e elevada
Por mais que a procure
Desconfio que nunca mais a atingirei
No limiar das veemências
Com o fluxo sanguíneo acelerado
Prossigo neste traçado
Guiado pelo inconsciente
É difícil estar descansado
Volto adormecer pois o mundo não para
Esperando uma manha de sol
Para que possa melhor conduzir
E não confundir a ilusão
Que ainda esta bem presente
E bem dentro meu coração
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
A sede da procura..
Batalhamos por um objectivo
Oferecendo tudo o que temos
Para lutar por ele
Caminhando sobre um calor
Que nos mutila e queima
Sem uma gota de água para refrescar
Encontrando uma gruta fria
Nus, sem força e com sede
Quando avistamos uma gota
Ela cai e não a forma de agarrar
Desesperamos…
A sede continua sem haver maneira de apagar
A água que preciso não existe
Quando novamente avistamos outras gotas
Criando uma poça, ela evapora
A sede continua atormentada
Se aparentamos ter força fora do corpo
Ela dentro já não vive, esgotou-se
Não consigo mais lutar pela água
Quando nem existe uma gota
Que possa exprimir um ponto de sacrifício
Para quê continuar a batalhar
O fim será o mais fácil
Sair da gruta e morrer no deserto
Eu bem quero ter um rio
Mas não existe uma gota
Que ajude a cria-lo!
Oferecendo tudo o que temos
Para lutar por ele
Caminhando sobre um calor
Que nos mutila e queima
Sem uma gota de água para refrescar
Encontrando uma gruta fria
Nus, sem força e com sede
Quando avistamos uma gota
Ela cai e não a forma de agarrar
Desesperamos…
A sede continua sem haver maneira de apagar
A água que preciso não existe
Quando novamente avistamos outras gotas
Criando uma poça, ela evapora
A sede continua atormentada
Se aparentamos ter força fora do corpo
Ela dentro já não vive, esgotou-se
Não consigo mais lutar pela água
Quando nem existe uma gota
Que possa exprimir um ponto de sacrifício
Para quê continuar a batalhar
O fim será o mais fácil
Sair da gruta e morrer no deserto
Eu bem quero ter um rio
Mas não existe uma gota
Que ajude a cria-lo!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Odor a revolta
Realça o teu problema
No qual enfoca a tua tristeza
Solta o grito de pudor
Que fervilha dentro do teu corpo
E deixa movimentar todos os teus gestos
Todos, sem hesitar
Alonga a revolta e enterra
Sem contratempo a tua frustração
Sente a vida com a cabeça
Não com o coração
Deixa o odor do teu corpo
Tomar rédea da tua vida
Dispara todo o fogo que arde
No interior da tua alma
Afoga a água que corre e alimenta
Todo o teu medo
O objecto da tua loucura
É a procura de um complemento
Que te faz sentir no pico
De uma montanha gelada
Na qual escaladas sem receio
Fazendo do mundo o teu meio
Da sustentação de felicidade.
Se o que queres ser
E não o que te querem fazer!
No qual enfoca a tua tristeza
Solta o grito de pudor
Que fervilha dentro do teu corpo
E deixa movimentar todos os teus gestos
Todos, sem hesitar
Alonga a revolta e enterra
Sem contratempo a tua frustração
Sente a vida com a cabeça
Não com o coração
Deixa o odor do teu corpo
Tomar rédea da tua vida
Dispara todo o fogo que arde
No interior da tua alma
Afoga a água que corre e alimenta
Todo o teu medo
O objecto da tua loucura
É a procura de um complemento
Que te faz sentir no pico
De uma montanha gelada
Na qual escaladas sem receio
Fazendo do mundo o teu meio
Da sustentação de felicidade.
Se o que queres ser
E não o que te querem fazer!
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